O Bullying, ou melhor, a palavra inglesa Bullying é usada para descrever uma prática freqüente nas escolas, a dos “valentões” ou “brigões” que, valendo-se de intimidação e/ou ameaça, aterrorizam e ridicularizam seus colegas de classe, escola etc.
Inclui-se aqui, todo o universo de atitudes depreciativas. As agressivas de forma intencional, as repetitivas que ridicularizam ou caracterizam o outro por meio de comentários maldosos, apelidos ou gracinhas, e até mesmo formas que causam sofrimento físico ou moral, que poderão além de tudo configurar um ilícito penal, dependendo das condições fáticas.
É possível encontrar o Bullying em qualquer escola, independente da instituição, ou da classe social dos alunos. Foi na Europa, quando se pesquisava o que estaria por trás do elevado número de suicídios consumados e tentados entre os adolescentes, que se descobriu o bullying, porém, é necessário ressaltar que foi um professor da Universidade de Noruega, Dan Olweus, quem fez a relação entre a palavra Bullying e as tendências suicidas dos adolescentes.
A “prática” do Bullying em outros países se caracteriza pela sua ocorrência, em sua grande maioria, no horário do intervalo para o recreio e fora das salas de aula, ao contrário do que acontece no Brasil, onde os alunos têm uma tendência maior a usar sua própria sala de aula para externar sua violência em oposição a seus colegas.
Em geral, as crianças e/ou adolescentes “praticantes” do Bullying não têm capacidade psicológica para se identificar com o eu de outro, não conseguem sentir o mesmo que este nas situações e circunstâncias por esse outro vivenciadas. São “frutos” de famílias desestruturadas, sem vínculos afetivos, sem um modelo familiar para se espelhar, e cercados por atos de agressividade e intolerância.
Este é o ambiente propício para que se desenvolva em uma criança/adolescente comportamentos racistas, anti-sociais, violentos. Comportamentos esses, que em sua fase adulta, se transformarão em atitudes delinqüentes ou criminosas.
Os “praticantes” do Bullying procuram direcionar suas agressões àquelas crianças/adolescentes tímidas, fechadas, quietas, pouco sociáveis e que em momento algum seriam capazes de expressar qualquer forma de reação à agressão que lhe é imposta.
A agressão sofrida pela criança, atinge também os que a circundam, pois que vendo o ato de violência, atinge-lhe o pensamento o temor de que poderá ou não ser a próxima vítima.
Como em uma cadeia de reações, se não rechaçado no início, o Bullying atinge todo o ambiente escolar, afligindo todos os alunos com sentimentos negativos, de angústia e temor.
O combate ao Bullying deve se dar por ações que envolvam a comunidade escolar, através de palestras aplicadas por um profissional qualificado, direcionadas aos alunos e professores, e se possível, aos pais dos alunos.
Os professores devem absorver o máximo das informações prestadas pelo profissional, para que após a palestra, possam dar continuidade colocando em pratica, no dia a dia, o que lhes foi transmitido.
O ideal é a orientação vir acompanhada de explicações jurídicas sobre as conseqüências dos atos de violência na vida daquele que as impõe. Fechando assim o ciclo que nasce com a agressão, e se finaliza com a visão da punição do agressor.
O conjunto desses atos colaborará de forma positiva para a extinção do Bullying na escola, e para o desenvolvimento de um conjunto de padrões de comportamento positivos para a sociedade.
Inclui-se aqui, todo o universo de atitudes depreciativas. As agressivas de forma intencional, as repetitivas que ridicularizam ou caracterizam o outro por meio de comentários maldosos, apelidos ou gracinhas, e até mesmo formas que causam sofrimento físico ou moral, que poderão além de tudo configurar um ilícito penal, dependendo das condições fáticas.
É possível encontrar o Bullying em qualquer escola, independente da instituição, ou da classe social dos alunos. Foi na Europa, quando se pesquisava o que estaria por trás do elevado número de suicídios consumados e tentados entre os adolescentes, que se descobriu o bullying, porém, é necessário ressaltar que foi um professor da Universidade de Noruega, Dan Olweus, quem fez a relação entre a palavra Bullying e as tendências suicidas dos adolescentes.
A “prática” do Bullying em outros países se caracteriza pela sua ocorrência, em sua grande maioria, no horário do intervalo para o recreio e fora das salas de aula, ao contrário do que acontece no Brasil, onde os alunos têm uma tendência maior a usar sua própria sala de aula para externar sua violência em oposição a seus colegas.
Em geral, as crianças e/ou adolescentes “praticantes” do Bullying não têm capacidade psicológica para se identificar com o eu de outro, não conseguem sentir o mesmo que este nas situações e circunstâncias por esse outro vivenciadas. São “frutos” de famílias desestruturadas, sem vínculos afetivos, sem um modelo familiar para se espelhar, e cercados por atos de agressividade e intolerância.
Este é o ambiente propício para que se desenvolva em uma criança/adolescente comportamentos racistas, anti-sociais, violentos. Comportamentos esses, que em sua fase adulta, se transformarão em atitudes delinqüentes ou criminosas.
Os “praticantes” do Bullying procuram direcionar suas agressões àquelas crianças/adolescentes tímidas, fechadas, quietas, pouco sociáveis e que em momento algum seriam capazes de expressar qualquer forma de reação à agressão que lhe é imposta.
A agressão sofrida pela criança, atinge também os que a circundam, pois que vendo o ato de violência, atinge-lhe o pensamento o temor de que poderá ou não ser a próxima vítima.
Como em uma cadeia de reações, se não rechaçado no início, o Bullying atinge todo o ambiente escolar, afligindo todos os alunos com sentimentos negativos, de angústia e temor.
O combate ao Bullying deve se dar por ações que envolvam a comunidade escolar, através de palestras aplicadas por um profissional qualificado, direcionadas aos alunos e professores, e se possível, aos pais dos alunos.
Os professores devem absorver o máximo das informações prestadas pelo profissional, para que após a palestra, possam dar continuidade colocando em pratica, no dia a dia, o que lhes foi transmitido.
O ideal é a orientação vir acompanhada de explicações jurídicas sobre as conseqüências dos atos de violência na vida daquele que as impõe. Fechando assim o ciclo que nasce com a agressão, e se finaliza com a visão da punição do agressor.
O conjunto desses atos colaborará de forma positiva para a extinção do Bullying na escola, e para o desenvolvimento de um conjunto de padrões de comportamento positivos para a sociedade.



Nenhum comentário:
Postar um comentário